‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre / ‘Sete Anos Sete Escolas’ no Seixal / 25 maio / 18 horas / FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL / Entrada Livre /

Dia 25 de maio às 18 horas os alunos da Escola Secundária Manuel Cargaleiro apresentam uma adaptação do terceiro espetáculo do ciclo Sete Anos Sete Peças: ‘Quarta–Feira: o tempo das cerejas’ no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. A entrada é livre e permitida a público acima dos 6 anos.


SAIBA MAIS

‘Sete Anos Sete Escolas’ apresenta ‘Quarta-Feira’ no Seixal

Vivemos em Almada, em Montemor-o-Novo e no Porto. Acreditamos na importância de unir numa mesma estrutura experiências distintas do conhecimento, como forma de trazer mais mundo a todas as pessoas.

somos artistas, professores,
jornalistas, produtores,
técnicos e empresários


SOBRE NÓS

sete

anos

associação

cultural

Gonçalo Frota, “Cláudia Dias procura a salvação nos livros do pai”. Público, 03/11/2023

“Uma Tremenda Caminhada vai avançando na História (…) até chegar ao presente e integrar também fragmentos das vidas daquelas que vemos em palco”


CRIAÇÃO

Cláudia Dias inicia um percurso desenhado para uma temporalidade longa: 5 peças ao longo de 10 anos focadas na coleção de obras de autores neorrealistas da coleção de livros do seu pai. O ciclo homenageia o legado cultural passado entre gerações e recupera o trabalho de escritores que mapearam as questões sociais e políticas que condicionam a vida de todos.

novo ciclo de criação de Cláudia Dias focado na coleção de livros do seu pai


A COLEÇÃO DO MEU PAI

workshops de formação na área da improvisação e da composição

Usa como ferramenta teórico-prática a Técnica de Composição em Tempo Real (CTR), criada por João Fiadeiro, no contexto da dança contemporânea que, ultrapassando as fronteiras das artes performativas, se tornou num método de investigação sobre modos de encontro.


CTR

composição

em

tempo

real

‘Uma Tremenda Caminhada’ em Bolonha

Cláudia Dias e Lina Duarte estão em Bolonha em residência com os alunos da Humus Professional Dance Training da companhia de dança Architetture Di Corpi com uma adaptação do primeiro capítulo do ciclo de criação ‘A Coleção do meu Pai’ — ‘Uma Tremenda Caminhada’


ARCHITETTURE DI CORPI

somos artistas, professores,
jornalistas, produtores,
técnicos e empresários

Vivemos em Almada, em Montemor-o-Novo e no Porto. Acreditamos na importância de unir numa mesma estrutura experiências distintas do conhecimento, como forma de trazer mais mundo a todas as pessoas.


SOBRE NÓS

“Uma Tremenda Caminhada vai avançando na História (…) até chegar ao presente e integrar também fragmentos das vidas daquelas que vemos em palco”

Gonçalo Frota, “Cláudia Dias procura a salvação nos livros do pai”. Público, 03/11/2023


CRIAÇÃO

novo ciclo de criação de Cláudia Dias focado na coleção de livros do seu pai

Cláudia Dias inicia um percurso desenhado para uma temporalidade longa: 5 peças ao longo de 10 anos focadas na coleção de obras de autores neorrealistas da coleção de livros do seu pai. O ciclo homenageia o legado cultural passado entre gerações e recupera o trabalho de escritores que mapearam as questões sociais e políticas que condicionam a vida de todos.


A COLEÇÃO DO MEU PAI

workshops de formação na área da improvisação e da composição

Usa como ferramenta teórico-prática a Técnica de Composição em Tempo Real (CTR), criada por João Fiadeiro, no contexto da dança contemporânea que, ultrapassando as fronteiras das artes performativas, se tornou num método de investigação sobre modos de encontro.


CTR